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Frente Parlamentar promove Seminário para debater Fundo Pró-Leitura

sexta-feira, 31 de outubro de 2008 · 0 comentários

A Frente Parlamentar Mista da Leitura, da Câmara dos Deputados, promoveu na quarta-feira (29) o I Seminário de Incentivo à Leitura no Brasil, com a presença do ministro da Cultura, Juca Ferreira, parlamentares, representantes do setor livreiro, intelectuais, professores, outros profissionais e o público em geral. Participaram da abertura, além do ministro, o secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação, André Lázaro; o coordenador da Frente Parlamentar da Leitura, deputado Marcelo Almeida (PMDB-PR); o senador Cristovam Buarque (PDT-DF); a presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL), Rosely Boschini; e o presidente do Instituto Pró-Livro, Jorge Yunes.
Para o vice-presidente da CBL, Bernardo Gurbanov, o evento foi um divisor de águas na definição das políticas públicas de incentivo à leitura. “O Seminário serviu para conscientizar os setores público e privado de que é urgente definir e avançar nas políticas para difusão do livro e promoção da leitura, em especial com a criação do Fundo Pró-Leitura e do Instituto Nacional do Livro. É preciso garantir, no entanto, que os recursos arrecadados sejam efetivamente direcionados para essas políticas”, explica Bernardo Gurbanov. Ele considerou, ainda, que o Seminário foi uma “celebração de coincidências, onde todos os participantes são cúmplices e buscam conciliar os mesmo interesses: a formação de um país de leitores”.
Bernardo Gurbanov, representou a entidade no debate que também contou com a participação do senador José Sarney, dos deputados Marcelo Almeida e Geraldo Magela e do secretário-executivo do Ministério da Cultura, Alfredo Manevy. Em linhas gerais, o Fundo Pró-Leitura é a contrapartida do setor livreiro – 1% do faturamento anual – à desoneração de PIS e Cofins sobre o livro.
Planejado em 2004, o Fundo ainda depende da aprovação da Câmara e do Senado para ser implantado efetivamente. No momento, a questão ainda está sendo discutida entre a Casa Civil e o Ministério do Planejamento, uma vez que o tema envolve a reforma tributária. "Nesse seminário, nosso objetivo é pontuar todos os impasses e encontrar as soluções para tirar o Fundo do papel e dar um grande passo em favor da leitura", destacou Marcelo Almeida.
A primeira mesa do dia, presidida pelo senador Cristovam Buarque, teve as participações do jornalista Laurentino Gomes, autor do livro "1808"; do professor Anibal Bragança, da Universidade Federal Fluminense, e do professor José Castilho, secretário executivo do PNLL. Os debatedores fizeram uma análise geral do cenário da leitura no Brasil desde a vinda da família Real até a implantação do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), passando pelas iniciativas adotadas na área nos diferentes governos.
Na mesa que encerrou o Seminário, foram apresentados os dados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, com as participações da deputada Rita Camata, Jorge Yunes, presidente do Instituto Pró-Leitura e da Abrelivros, e Galeno Amorim, do Observatório do Livro e da Leitura.

fonte . www.cbl.org.br

Instituto Pró-Livro participará do I Seminário de Políticas de Incentivo à Leitura no Brasil

quarta-feira, 29 de outubro de 2008 · 0 comentários

O Instituto Pró-Livro, que lançou este ano a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, feita pelo Ibope Inteligência, participará no dia 29 de outubro do I Seminário de Políticas de Incentivo à Leitura no Brasil, em comemoração ao Dia Nacional do Livro. O evento será no auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados, em Brasília, e contará com a presença de deputados como Arlindo Chinaglia, presidente da Câmara dos Deputados, o senador Cristóvão Buarque, os ministros da Cultura Juca Ferreira e da Educação Fernando Haddad, a Presidente da Câmara Brasileira do Livro, Rosely Boschini, Jorge Yunes, presidente do Instituto Pró-Livro, entre outros.

A proposta do I Seminário de Políticas de Incentivo à Leitura no Brasil está em discutir a evolução das políticas públicas de incentivo ao livro e leitura e as propostas para que o país avance e melhore os índices de leitura. O Instituto Pró-livro participará às 16 horas da Mesa III, que tem como tema Numa Folha Qualquer Eu Desenho Um Sol Amarelo: Retratos da Leitura no Brasil. A primeira a falar será a deputada Rita Camata. Em seguida, Jorge Yunes, presidente do Instituto Pró-Livro, abordará o tema Não se muda o que não se conhece. Galeno Amorim, do Observatório do Livro e Leitura falará sobre as Revelações para um bom planejamento.

O Instituto Pró-Livro também participará com a apresentação do projeto parcial da Biblioteca Viva. O projeto foi apresentado na Bienal de São Paulo e consiste em um espaço lúdico e educativo voltado para crianças e adolescentes de 7 a 14 anos e tem por objetivo cativar esses jovens para a descoberta da biblioteca, despertando seu interesse e curiosidade. O espaço também tem a missão de oferecer aos educadores e bibliotecários visitantes uma referência de biblioteca “viva”.

A ambientação foi pensada de forma a apresentar um equipamento com todos os recursos de uma biblioteca “viva” e interativa, contando com recursos teatrais e de multimídia; espaços temáticos segundo gêneros da literatura infantil; e deverá promover atividades lúdicas, montagens e games; com arte-educadores e animadores que deverão estimular os visitantes a explorarem os espaços; acervos e recursos que serão oferecidos.

http://www.nosrevista.com.br/2008/10/28/instituto-pro-livro-participara-do-i-seminario-de-politicas-de-incentivo-a-leitura-no-brasil/

Brasil celebra o Dia Nacional do Livro

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Governos, entidades do livro, empresas, univerdades, ONGs e até o Congresso prepararam sua programação para comemorar, em grande estilo este ano, o Dia Nacional do Livro. A data será lembrada na próxima quarta-feira (29 de outubro), mas muitos festejarão a semana toda.
A semana termina com a festa de celebração dos 50 anos do Prêmio Jabuti e a premiação dos vencedores deste ano, em São Paulo.
Confira, abaixo, a programação. E escolha seu jeito de celebrar o livro, maior invenção da humanidade no milênio passado e algo que, decididamente, temos em comum.

Editoras brasileiras comemoram resultados em Frankfurt

terça-feira, 21 de outubro de 2008 · 0 comentários

A agenda estafante dos editores brasileiros presentes à Feira do Livro de Frankfurt, com médias que alcançaram 10 reuniões diárias, foi compensada pelos bons negócios assinados e prospectados nos cinco dias deste que é o maior evento do mercado editorial no mundo. Pesquisa realizada pela CBL – Câmara Brasileira do Livro – revelou que 93,8% das empresas reunidas no estande do Brasil acreditavam ter cumprido seus objetivos. Mais de 92% avaliaram como ótimo e bom o estande brasileiro, que recebeu a nota 8,31 no quesito organização. Dos entrevistados, 64,3% avaliaram os negócios fechados como ótimo e bom e 28,6% consideraram regular. Sobre negócios prospectados, 87,5% consideraram ótimo e bom e 12,5% como regular.
Embora os livros tenham chegado apenas no segundo dia de abertura da Feira devido a um problema na alfândega de Madri, os expositores mantiveram suas agendas e articulações para a venda de direitos. Quando perguntados sobre quanto o atraso prejudicou seus negócios, em uma escala de 0 a 10, os resultado foi de 1,13.
O estande do Brasil na feira contou com uma área de 108 m2, onde estavam expostos mais de 1.800 títulos e 6.400 exemplares. Espontaneamente, os pontos positivos destacados pelos expositores e que devem ser mantidos para a próxima edição são a qualidade do atendimento; projeto do estande, considerado moderno, funcional e acolhedor; e espírito de colaboração e empenho dos expositores e da equipe. Entre os aspectos que podem ser melhorados, os mais citados foram serviços de acesso à internet sem fio; ampliação do estande para dar mais destaque à qualidade editorial brasileira e melhoria do serviço do despachante. Nessa última área, inclusive, a CBL pretende promover workshops e informativos para preparar os editores sobre participação em feiras, com temas envolvendo exposição, negociação e remessa de livros e sua manipulação para embarque.
Frankfurt pelos editores
A representação do Brasil reuniu 43 empresas, entidades do livro e órgãos governamentais, num estande organizado pela CBL em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), Fundação Biblioteca Nacional e apoio do Ministério da Cultura e das Relações Exteriores. Do total de editoras brasileiras presentes em Frankfurt, 20 integram o convênio Brazil Rights, assinado em julho deste ano entre a CBL e a Apex-Brasil, com a proposta de inserir o livro brasileiro no mercado internacional. Os primeiros frutos do acordo Brazil Rights podem ser medidos pelo grau de satisfação das empresas com a qualidade dos serviços e, sobretudo, pela geração de negócios que o convênio possibilitou. Acompanhe abaixo a impressão de alguns editores sobre a participação brasileira.
Tradição nos estandes
Há mais de 40 anos presente na Feira de Frankfurt, a Editora Melhoramentos fez excelentes contatos comerciais. O diretor geral, Breno Lerner, esteve com representantes da editora russa AABBYY para negociar a venda dos direitos autorais do Dicionário Michaellis. De acordo com Lerner, duas empresas espanholas estão disputando os direitos de publicação de alguns títulos da Melhoramentos. Ele confirmou a venda para uma empresa do Japão da licença do livro “Flicts”, de Ziraldo. A obra, cuja primeira edição data de 1969, despertou o interesse dos chineses, que levaram no pacote ‘O Menino Maluquinho’, também de Ziraldo, e o clássico romance infanto-juvenil ‘Meu pé da Laranja Lima’, de José Mauro de Vasconcelos. A Melhoramentos está analisando a proposta de uma editora japonesa para publicar em nosso país uma versão do best-seller de José Mauro de Vasconcelos em mangá. “Essas ações refletem muito bem o bom posicionamento do Brasil no mercado internacional, tanto na qualidade dos livros quanto das editoras”, avalia.
Estreante pé-quente
Com o Brazil Rights, algumas empresas fizeram sua estréia em Frankfurt com o pé direito e já negociaram direitos autorais de suas obras. É o caso, por exemplo, da Pallas Editora, que vendeu a licença de publicação do livro “O menino Nito – Então, homem chora ou não?” para a editora Baía Ediciones, da Galícia, Espanha, em um contato que teve início durante a Bienal Internacional do Livro de São Paulo, em meados de agosto. Mariana Warth, da Pallas, elogiou a estrutura montada em Frankfurt e se disse bastante motivada com os negócios. “Pela primeira vez vendi justamente os direitos do meu primeiro livro como editora”, comemora.
Mais facilidades e melhores serviços
O diretor e editor da Loyola, Danilo Mandon, já participou de outras edições da Feira de Frankfurt, mas expondo em um estande isolado. A partir de 2005, a empresa começou a avaliar a possibilidade da participação conjunta no estande do Brasil organizado pela CBL. “Essa mudança histórica foi muito importante para nós, porque podemos desfrutar das facilidades e dos serviços oferecidos no estande. O serviço de mensagens é um bom exemplo. Agora, temos certeza de que todos os contatos comerciais chegam até a editora, mesmo quando não estamos no estande. Isso é muito bom”, afirma o diretor da Loyola.
Abrindo frentes de negócios
O CEO da TecMed Holding Fernando Baracchini, diz que a empresa está abrindo boas frentes de negócios para daqui a algumas semanas. “Quando o cenário macroeconômico estiver um pouco mais definido, vamos efetivar as negociações”. O empresário considera que a participação do Brasil tem melhorado a cada ano.

Para editores, e-books devem superar livros até 2018

segunda-feira, 20 de outubro de 2008 · 0 comentários

2018 é o ano em que os livros eletrônicos, e-books, superarão em volume de negócios os existentes em papel

Ubiratan Brasil, enviado especial a Frankfurt

"Chegada do livro digital é inevitável, comenta Juergen Boos, diretor da feira

Ubiratan Brasil/AE

"Chegada do livro digital é inevitável, comenta Juergen Boos, diretor da feira

FRANKFURT - Dentro de dez anos, muito provavelmente não acontecerão cenas desconfortáveis como a que marcou o primeiro dia do estande do Brasil na Feira de Frankfurt: prateleiras completamente vazias, com as quase duas toneladas de livros retidas na alfândega de Madri. Ao menos, é o que prevê a maioria dos editores presentes a Frankfurt, no maior evento literário do mundo que encerrou ontem sua 60.ª edição - uma pesquisa realizada pelos organizadores com mais de mil representantes do mercado editorial de todos os continentes aponta 2018 o ano em que os livros eletrônicos, os chamados e-books, superarão em volume de negócios os existentes hoje, em papel.

"A chegada do livro digitalizado é inevitável", comentou Juergen Boos, diretor da feira, lembrando que, já neste ano, 361 exibidores (ou 5% de um total de 7.373) incluíram e-books em seu mostruário. Se o número ainda parece ínfimo, revela um grande crescimento em relação ao ano passado, quando aproximadamente 2% já tinha aderido à nova tecnologia. "É importante notar que 42% dos produtos que estavam em exibição aqui eram livros, enquanto 30% eram digitais", observou.

O assunto prometia ser o prato principal da feira desde seu início, quando Paulo Coelho, convidado a participar da abertura oficial, fez menção ao fato em seu discurso. "Os livros digitais reclamam seu espaço e tudo indica que chegará o momento em que o digital superará o papel", disse o escritor. "O tempo que falta até isso acontecer é o que resta a autores e editores se adaptarem até sermos alcançados pela rede mundial."

"Não sei se precisaremos esperar uma década", acredita Paulo Rocco, presidente do selo editorial que leva seu nome. "Acho que em cinco anos o e-book já terá ocupado um espaço considerável." Segundo ele, a corrida, no entanto, movimenta hoje mais a indústria que vai desenvolver as ferramentas para carregar o texto dos livros que propriamente o mercado editorial. "Estamos esperando pelas novidades para então fornecermos as obras", disse Rocco.

Editores não acreditam, porém, no fim definitivo do livro em papel. "Esse continuará insubstituível para parcela dos leitores que jamais vão se desfazer, por exemplo, de seu dicionário favorito", acredita Luciana Villas-Boas, da Editora Record. "Também os livros infantis sobreviverão, pois, para criança, o contato tátil é essencial", completa Paulo Rocco. Ambos, porém, acompanham atentos à mudança inevitável. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Seis graus O aquecimento global e o que você pode fazer para evitar uma catástrofe Mark Lynas

sexta-feira, 17 de outubro de 2008 · 0 comentários





"Compre esse livro para todos seus amigos: se ele nos unir para deter os seis graus de aquecimento, terá salvo nossas vidas." New Statesman

O que aconteceria se o mundo se tornasse seis graus mais quente? Populações inteiras seriam exterminadas e alguns países sumiriam do mapa. A terra racharia em algumas regiões do globo. Em outras, dilúvios e enchentes destruiriam o meio ambiente. Esse livro investiga as previsões dos cientistas de que no futuro o aumento das temperaturas globais ficará entre um e seis graus.

O leitor vai acompanhar esse processo, capítulo por capítulo, grau a grau, até conhecer as transformações do mundo nos seis estágios de aquecimento planetário. Ao final da leitura, fica a advertência: ou agimos imediatamente, ou nos arriscamos a uma extinção em massa. A boa notícia é que ainda há solução. Leia e saiba como contribuir, antes que seja tarde demais.

http://www.zahar.com.br/catalogo_detalhe.asp?id=1209


No maior evento do livro no mundo, editoras brasileiras fecham negócios

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Na Feira do Livro de Frankfurt, que começou na quarta-feira (15), a qualidade do conteúdo editorial nacional e da produção gráfica é um dos trunfos das editoras brasileiras no grande evento internacional do livro. Esse diferencial já pôde ser sentido nas primeiras reuniões com editores e empresários estrangeiros. No estande do Brasil, organizado pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), em parceria com a Apex-Brasil, Sindicado Nacional dos Editores de Livros (Snel), Fundação Biblioteca Nacional, e com apoio do Ministério da Cultura e das Relações Exteriores, várias editoras já venderam direitos autorais das obras de seu catálogo, caso da Melhoramentos e Pallas.
Até o segundo dia do evento, a Editora Melhoramentos já havia feito excelentes contatos comerciais. O diretor geral, Breno Lerner, confirmou um acordo recém-fechado com uma editora russa, que fornecerá um software de dicionários em troca da base de dados do "Michaelis" para o português. De acordo com Lerner, duas empresas espanholas estão interessadas nos direitos de publicação de dois livros de Toni Brandão. "Vamos até fazer um leilão, coisa que há muito tempo não fazíamos". Ele também informou que um acordo iniciado na Feira do Livro de Bolonha este ano envolvendo a publicação na China dos títulos "Menino Maluquinho" e "Flicts", ambos de Ziraldo, pode se concretizar em Frankfurt. A Melhoramentos também está analisando a proposta de uma editora japonesa para publicação no Brasil de uma versão em mangá do romance infanto-juvenil “Meu pé da Laranja Lima”, de José Mauro de Vasconcelos. “Essas ações refletem muito bem o bom posicionamento do Brasil no mercado internacional, tanto na qualidade dos livros quanto das editoras”, avalia.
O diretor e editor da Loyola, Danilo Mandon, já participou de outras edições da Feira de Frankfurt, mas expondo em um estande isolado. A partir de 2005, a empresa começou a avaliar a possibilidade da participação conjunta no estande do Brasil organizado pela CBL. “Essa mudança histórica foi muito importante para nós, porque podemos desfrutar das facilidades e dos serviços oferecidos no estande. O serviço de mensagens é um bom exemplo. Agora, temos certeza de que todos os contatos comerciais chegam até a editora, mesmo quando não estamos no estande. Isso é muito bom”, afirma o diretor da Loyola.
O CEO da TecMed Holding Fernando Baracchini, diz que a empresa está abrindo boas frentes de negócios para daqui a algumas semanas. “Quando o cenário macroeconômico estiver um pouco mais definido, vamos efetivar as negociações”. O empresário considera que a participação do Brasil tem melhorado a cada ano.
Mariana Warth, da editora Pallas, também elogiou a estrutura montada em Frankfurt e tem aproveitado o espaço para fazer bons negócios. “Os serviços oferecidos são muito úteis, o que facilita muito o trabalho. Vendi os direitos do livro ‘O menino Nito – Então, homem chora ou não?’ para a editora Baía Ediciones, da Galícia, Espanha”, comemora Mariana.
O Brasil em Frankfurt
A participação brasileira na Feira do Livro em Frankfurt vai além das relações comercias. Na terça-feira, o escritor Paulo Coelho participou da coletiva de imprensa da feira e foi homenageado pela marca de 100 milhões de exemplares de livros vendidos. Na quarta-feira, primeiro dia da feira, a comitiva brasileira, formada pelo ministro interino da Cultura, Alfredo Manevy, pelo secretário-executivo do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), José Castilho Marques Neto, a representante da Fundação Biblioteca Nacional, Georgina Staneck, e membro do Consulado do Brasil em Frankfurt, Daniele Coelho, teve uma reunião com o presidente da Feira de Frankfurt, Jüergen Boos.
Na quinta (16), o maior nome da literatura brasileira foi tema de duas palestras na feira alemã. Na primeira, Thomas Sträter expõe “Retratos, espelhos e reproduções: o olhar fotográfico de Machado de Assis”. Na seqüência, Berthold Zilly fala sobre “Machado de Assis, um delicado irônico da modernidade”.
No sábado (18), o destaque da programação no estande da CBL e da Apex-Brasil é o lançamento do livro "Fórmula para o Caos – A derrubada de Salvador Allende (1970-1973)", do professor Luiz Alberto Moniz Bandeira, pela Editora Civilização Brasileira. Doutor em Ciência Política e professor aposentado da Universidade de Brasília, Moniz Bandeira é autor de várias obras sobre as relações dos Estados Unidos com o Brasil e outros países da América Latina.
No mesmo dia, o ministro da Justiça e da Educação do Estado de Hessen, Juergen Banzer, reúne-se com representantes do governo brasileiro para falar sobre o programa de livros didáticos implantado no Brasil.
Encerram a programação do dia, o secretário-executivo do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), José Castilho Marques Neto, e o coordenador geral do Livro e Leitura do Ministério da Cultura, Jéferson Assumção, com uma palestra sobre as políticas públicas adotadas no Brasil para difusão do livro e promoção da leitura.

TERAPIA PSICOMOTORA - Estudo de casos

quinta-feira, 16 de outubro de 2008 · 0 comentários


Este livro propõe abordar a psicomotricidade na sua vertente terapêutica, com recurso a uma fundamentação interdisciplinar e a duas das suas aplicações: em primeiro lugar a de diagnóstico clínico, e em segundo lugar a de intervenção terapêutica numa casuística composta por um pequeno grupo de crianças com dificuldades psicomotoras e com dificuldades de aprendizagem.

Editora: Vozes
Autor(es) : Vitor da Fonseca

512 páginas
Peso: 538 gramas
1ª edição (2008)



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ABEU quer ampliar espaço para livro universitário

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A Associação Brasileira de Editoras Universitárias começa a costurar um intercâmbio com suas congêneres da América Latina e do Caribe para que umas e outras passem a divulgar melhor a produção dos países da região. O primeiro passo deve ser a ampliação dos espaços com essa finalidade nos estandes das editoras universitárias nas próximas feiras de livro. Nas bienais brasileiras, o estande da ABEU, por sinal, foi um dos principais destaques das últimas edições. Os editores universitários falam em criar linhas editoriais para aumentar as traduções. Querem usar recursos de fundos já existentes.
Esses temas foram debatidos semana passada na Colômbia. Quem esteve lá foi o presidente da ABEU, Valter Kuchenbecker, atual vice da Eulac, que reúne as entidades da América Latina e do Caribe.

Morre em Brasília Pierre Weil, fundador da Universidade Internacional da Paz

terça-feira, 14 de outubro de 2008 · 0 comentários

Carolina Pimentel
Repórter da Agência Brasil






Brasília - Fundador da Universidade Internacional da Paz (Unipaz), o psicólogo e educador francês Pierre Weil, de 84 anos, morreu na noite de ontem (9) em Brasília. Weil era diabético e tinha problemas pulmonares e de visão. O corpo está sendo velado por parentes e amigos na própria universidade, localizada em uma chácara em Brasília.

Doutor pela Universidade de Paris, o psicólogo pregava a descoberta da paz interior do ser humano, em suas relações sociais e com o meio ambiente, por meio da educação. Chegou ao Brasil há 60 anos. De 1958 a 1969, foi professor de Psicologia Social, Industrial e Transpessoal na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Publicou 40 livros sobre a cultura da paz, psicologia e holística. Um dos mais conhecidos é A Arte de Viver em Paz. Em 2002, recebeu o Prêmio da Unesco de Educação e Paz. O órgão das Nações Unidas para a educação, ciência e cultura reconheceu que a metodologia adotada por Weil é eficaz.

Em 1987, fundou a Universidade Internacional da Paz (Fundação Cidade da Paz), a pedido do então governador do Distrito Federal, José Aparecido de Oliveira. O objetivo da instituição é disseminar a não-violência e conscientizar o homem a conduzir suas ações com tolerância e fraternidade.

Para a psicóloga e integrante da Unipaz, Lídia Rebouças, Weil era um visionário e seu trabalho é cada vez mais atual diante da violência e das guerras. “O trabalho dele é cada vez mais atual, quando a gente vê como a violência está banalizada. Ele trabalhava a abertura do ser humano em relação a ele próprio, pregava o desapego das coisas”, disse Lídia, que ajudou a criar a instituição.

Na avaliação da pró-reitora ambiental da universidade, Regina Fittipaldi, Weil buscava despertar a solidariedade e fraternidade nas pessoas. “A gente só vê o mundo com essas bolsas de valores explodindo como se a força onipresente, onipotente fosse o dinheiro., quando sabemos que não é. O professor Pierre sabia da dimensão humana, da beleza humana, dessa força que todo ser humano guarda em si. Ele foi um arauto dessa leitura de um ser humano belo, fraterno, solidário e ético.”

A Unipaz desenvolve dois projetos sociais com crianças e adolescentes de 2 a 17 anos de idade em situação social de risco, como vítimas de violência.

Além do Distrito Federal, a universidade tem campi na Bahia, no Ceará, no Paraná, em Minas Gerais, no Rio de Janeiro, em São Paulo, em Santa Catarina e no Rio Grande Sul. E em outros países: França, Argentina, Israel, Bélgica e Inglaterra.

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/10/11/materia.2008-10-11.7554517344/view

Feira de Frankfurt inicio quarta-feira 15-10-2008

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Tem início nesta quarta-feira, 15 de outubro, a Feira do Livro de Frankfurt. Atraindo anualmente mais de 7 mil expositores de 100 países, o evento lançará nesta edição mais de 122 mil novos títulos e outros 280 mil que estão em catálogo. Este ano o país homenageado será a Turquia. O ponto forte da mostra é a comercialização de direitos autorais, segmento de grande importância no evento, como comprova sua última edição. No ano passado a Feira registrou um crescimento de 5% na venda de direitos autorais, enquanto que a mostra como um todo cresceu 1,5%. Até o domingo, dia 19, editoras brasileiras também marcarão presença na mostra através do projeto Brazil Rights. Para comemorar a 60º edição, a Feira de Frankfurt ganhou um novo website, com histórias, fotos, vodcasts e podcasts.

Megacompra de livros para bibliotecas escolares

sexta-feira, 10 de outubro de 2008 · 0 comentários


O Ministério da Educação acaba de anunciar uma nova compra de livros para rechear o acervo das bibliotecas escolares do País. Ainda não foi divulgado o volume total, mas sabe-se que não é pouco. O Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação (FNDE) vai comprar livros suficientes para abastecer 23,6 milhões de estudantes dos últimos anos do Ensino Fundamental (6º ao 9º ano) e do Ensino Médio. A ação faz parte do Programa Nacional Biblioteca da Escola. Foram selecionados 600 entre os mais de 2 mil títulos inscritos pelas editoras. O mercado, evidentemente, está em polvorosa. Quem lidera o ranking de obras escolhidas é o grupo Ediouro.
É importante que se diga: o PNBE já virou uma política de estado. Entra governo e sai governo, ele só cresce e melhora. É um caminho a ser seguido pelo Ministério da Cultura para as bibliotecas públicas. O MinC gosta da idéia, mas ainda não conseguiu descobrir de onde tirar o dinheiro.
Clique aqui conheça os livros selecionados.

Mais uma biografia apreendida

terça-feira, 7 de outubro de 2008 · 0 comentários

Mais um caso de encrenca da Justiça contra as biografias não autorizadas. Desta vez, a vítima é o livro A Vida e a Obra de João Guimarães Rosa, de autoria de Alaor Barbosa (LGE Editora), que foi apreendido por decisão judicial, a partir de uma ação movida pela herdeira Vilma Rosa. A União Brasileira de Escritores (UBE) está fazendo circular um manifesto de protesto contra a medida e em solidariedade ao escritor.

Um pouco sobre

João Guimarães Rosa
"Quando escrevo, repito o que já vivi antes.
E para estas duas vidas, um léxico só não é suficiente.
Em outras palavras, gostaria de ser um crocodilo
vivendo no rio São Francisco. Gostaria de ser
um crocodilo porque amo os grandes rios,
pois são profundos como a alma de um homem.
Na superfície são muito vivazes e claros,
mas nas profundezas são tranqüilos e escuros
como o sofrimento dos homens.
João Guimarães Rosa




João Guimarães Rosa nasceu em Cordisburgo (MG) a 27 de junho de 1908 e era o primeiro dos seis filhos de D. Francisca (Chiquitinha) Guimarães Rosa e de Florduardo Pinto Rosa, mais conhecido por "seu Fulô" comerciante, juiz-de-paz, caçador de onças e contador de estórias.

Joãozito, como era chamado, com menos de 7 anos começou a estudar francês sozinho, por conta própria. Somente com a chegada do Frei Canísio Zoetmulder, frade franciscano holandês, em março de 1917, pode iniciar-se no holandês e prosseguir os estudos de francês, agora sob a supervisão daquele frade.

Terminou o curso primário no Grupo Escolar Afonso Pena; em Belo Horizonte, para onde se mudara, antes dos 9 anos, para morar com os avós. Em Cordisburgo fora aluno da Escola Mestre Candinho. Iniciou o curso secundário no Colégio Santo Antônio, em São João del Rei, onde permaneceu por pouco tempo, em regime de internato, visto não ter conseguido adaptar-se — não suportava a comida.

De volta a Belo Horizonte matricula-se no Colégio Arnaldo, de padres alemães e, imediatamente, iniciou o estudo do alemão, que aprendeu em pouco tempo. Era um poliglota, conforme um dia disse a uma prima, estudante, que fora entrevistá-lo:

Falo: português, alemão, francês, inglês, espanhol, italiano, esperanto, um pouco de russo; leio: sueco, holandês, latim e grego (mas com o dicionário agarrado); entendo alguns dialetos alemães; estudei a gramática: do húngaro, do árabe, do sânscrito, do lituânio, do polonês, do tupi, do hebraico, do japonês, do tcheco, do finlandês, do dinamarquês; bisbilhotei um pouco a respeito de outras. Mas tudo mal. E acho que estudar o espírito e o mecanismo de outras línguas ajuda muito à compreensão mais profunda do idioma nacional. Principalmente, porém, estudando-se por divertimento, gosto e distração.

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ESTUDOS DA INFÂNCIA - Educação e práticas sociais

sábado, 4 de outubro de 2008 · 0 comentários


Editora: Vozes

Autor(es): Manuel Sarmento (org.), Maria Cristina Soares de Gouvea (org.)

280 páginasPeso: 384 gramas

1ª edição

ssunto: Educação e pedagogia

Coleção: Ciências Sociais da Educação

Preço: R$ 43,00


Esta obra mostra como, nos distintos espaços disciplinares e interdisciplinares, vem se configurando a construção de referenciais teórico-metodológicos que norteiam as investigações sobre a infância. Para tal, foram convidados reconhecidos autores brasileiros e portugueses que estão desenvolvendo estudos sobre a criança, nos seus diferentes campos investigativos e que produzem, desta forma, um rico diálogo entre os dois países. Objetiva-se realizar um balanço da produção mais recente no interior de cada campo, analisando os eixos desta produção, seus principais conceitos e as categorias articuladas à temática. Alguns temas e definições conceituais atravessam os distintos campos, sendo problematizados nos diferentes capítulos da obra.



Brasil produziu 351 milhões de livros em 2007, alta de 6,4% sobre o ano anterior

quinta-feira, 2 de outubro de 2008 · 0 comentários

As editoras venderam 200 milhões de exemplares, e as livrarias continuam o maior canal


1.10.2008 - 11:43

Brasil produziu 351 milhões de livros em 2007, alta de 6,4% sobre o ano anteriorAs editoras venderam 200 milhões de exemplares, e as livrarias continuam o maior canal01.10.2008 - 11:43RedaçãoO mercado editorial brasileiro cresceu 6,4% em 2007, e o faturamento anual chegou a R$ 2,28 bilhões, contra R$ 2,14 bilhões em 2006. As editoras venderam 200.257.845 exemplares, 8,2% a mais que no ano anterior.

O número de livros produzidos no país, um dos oito maiores produtores de livros no mundo, cresceu 9,5% (351.396.288 exemplares, ante os 320.636.824 de um ano antes). Os dados foram anunciados hoje pela Câmara Brasileira do Livro e pelo Sindicato Nacional de Editores de Livros, e fazem parte da pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro 2007, realizada pela Fipe.

Já a quantidade de novos títulos caiu: foram lançados 18.356 obras, contra 20.177 em 2006. A quantidade de livros impressos em 1ª edição supera, no entanto, em 37,9% a de 2006: foram produzidos 112.248.282. O total de títulos editados no ano, o que inclui as reedições, também foi menor. De acordo com o levantamento, 45.092 títulos foram editados em 2007 (26.736 eram reedições), contra 46.025 (25.848 reeditados) de 2006.

Religiosos e infantis - O maior aumento foi registrado na categoria de religiosos. Em 2007, foram editados 5.570 títulos desse gênero, 27% mais que em 2006. Na outra ponta, a maior queda se deu no setor de Científicos, Técnicos e Profissionais. Em 2007, foram editados 9.780 títulos desse gênero, 19% a menos.

Os religiosos também foram responsáveis pelo maior aumento percentual no faturamento das editoras. Em 2007, a venda desses livros pelas editoras foi de R$ 273,1 milhões, 12,8% maior em 2006.

O levantamento também mostrou que o maior aumento na produção de livros se deu na literatura infantil. Em 2007, foram produzidos 14.753.213 de exemplares em 3.491 títulos, um aumento de 15,1% sobre o ano anterior..

Livrarias x internet – As livrarias continuam sendo o canal mais importante para o escoamento da produção, com quase metade dos negócios, mas houve um pequeno recuo na sua participação: 49,1% para 47,6%. O maior aumento se deu nas vendas para a internet, que saltaram de 0,4% para 1,7%. Embora pequeno em números absolutos, o crescimento na participação foi de 285%.

Outro aumento importante se deu nos segmento de venda de livros porta a porta. Em 2007, a participação do setor foi de 9,6% no total de livros vendidos pelas editoras, o que representa uma evolução de 91,3%. A modalidade, com 20 milhões de exemplares vendidos. é o terceiro canal de vendas mais importante para as editoras, ficando atrás das livrarias e dos próprios distribuidores (21,5% de participação).

http://cidadebiz.oi.com.br/paginas/45001_46000/45532-1.html

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