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A Nova proposta da Lei Rouanet entra em consulta pública por 45 dias

segunda-feira, 23 de março de 2009 · 0 comentários


BRASÍLIA - O ministro da Cultura, Juca Ferreira, apresentou hoje (23) a nova Lei de Incentivo à Cultura. A proposta de alteração da Lei Rouanet ficará em consulta pública por 45 dias para contribuição de representantes da área e depois irá para votação no Congresso Nacional. “Já discutimos as mudanças com mais de 30 mil pessoas em todo o país”, ressalta Ferreira.

O novo formato cria um conjunto de mecanismo de estímulo às atividades culturais, mantendo a renúncia fiscal como um instrumento secundário e complementar. Os índices de renúncia deixarão de ser apenas dois (30% e 100%) para serem de 30, 60, 70, 80, 90 e 100% de renúncia. A proposta da lei está disponível no site www.cultura.gov.br/reformadaleirouanet.

A lei em vigor permite a captação de recursos junto a empresas privadas para finaciamento de projetos culturais. As empresas como contrapartida podem descontar o valor doado no Imposto de Renda.

O ministro criticou o atual formato de renúncia fiscal. “Há muitas distorções. Entre 2003 e 2007, 3% dos projetos captavam 50% dos recursos. Em 17 anos da lei, apenas 4% vieram da área privada. De cada R$ 10,00 captados , R$ 9,00 são públicos", relata Ferreira.

A reformulação prevê também mais fontes de recurso além da renúncia fiscal: o Tesouro Nacional, a criação de um percentual nas extrações lotéricas federais, a criação da loteria federal da cultura, as contribuições das cadeias setoriais e audiovisual, de livro e leitura e de patrimônio.

“Queremos definir que no mínimo 1% do orçamento da União seja destinado à cultura. A meta é atingir os 2% indicados pelas Nações Unidas”, destacou Ferreira.

As mudanças prevêem ainda a reestruturação do Fundo Nacional da Cultura que será o principal mecanismo de estímulo, incorporando os fundos setoriais. Além do Fundo de Audiovisual, já existente, serão criados o das Artes (teatro, circo, dança, artes visuais e música), o do Livro e Leitura, o da Cidadania, Identidade e Diversidade Cultural e o da Memória e Patrimônio Cultural Brasileiro.

“Fortaleceremos o fundo e haverá a possibilidade de vários mecanismos de distribuição de recursos e maior agilidade”, explica. Segundo o ministro o projeto de lei oferece uma gestão mais democrática dos recursos investidos na cultura. O repasse será condicionado à existência, no governo estadual ou municipal, de um conselho em que a sociedade tenha a representação de, no mínimo, 50%

fonte: http://www.cultura.gov.br/reformadaleirouanet/


Livro de geografia da rede estadual de SP tem dois Paraguais

terça-feira, 17 de março de 2009 · 0 comentários

JULIANA COISSI
da Folha Ribeirão

Um livro de geografia distribuído pelo governo paulista aos alunos da sexta série do ensino fundamental traz duas vezes o Paraguai no mapa da América do Sul e ainda inverte a localização do Uruguai e Paraguai. O erro repete-se também no livro do professor. Outra incorreção é a não-inclusão do Equador no mapa "Fronteiras Permeáveis". Sem isso, o aluno não tem informação para responder à seguinte questão, na página ao lado: "Quais são os países sul-americanos que não fazem fronteira com o Brasil?"

A Secretaria da Educação da gestão José Serra (PSDB) diz, em nota, que o erro é de responsabilidade da empresa que produziu o material e que as escolas já foram alertadas sobre a falha por meio do site. A Fundação Vanzolini, responsável pela edição, disse que o material foi produzido por professores indicados pela secretaria.

O material começou a ser distribuído na rede, mas não há informação se já chegou a a todas as escolas do Estado. A empresa diz que 1,55% dos livros distribuídos têm erros, mas a Folha localizou o problema em várias cidades.

Um professor de São José do Rio Preto disse que identificou a falha no mapa em sala de aula. O erro foi motivo de piada entre os alunos. Segundo ele, há erros em quase todos os cadernos, mas, geralmente, são de grafia, não de informação. Cingapura, por exemplo, foi grafado com "s". Mas o erro do mapa, diz, "é gravíssimo".

"Um horror e um erro gravíssimo", concorda Sonia Castellar, professora de metodologia do ensino em geografia do curso de pedagogia da USP (Universidade de São Paulo).

"Esse material do Estado não está passando por avaliação rigorosa", disse.

Um outro docente de geografia, de Franca, disse já ter notado erros em outras apostilas. Segundo ele, é comum haver exercícios no caderno do aluno que não se repetem no livro-manual do professor, e vice-versa, além de exercícios sem resposta no livro do docente.

Alertado pela Folha ontem, um professor de Ribeirão Preto questionou a direção de sua escola no início da tarde sobre o erro. No final do dia, recebeu por e-mail um aviso de que precisaria alterar o material.

Uma coordenadora pedagógica de uma escola estadual de Ribeirão Preto (interior do Estado) disse que o governo estadual orienta as escolas a periodicamente observar no site as erratas dos cadernos.

Ela diz que, além do mapa, detectou no site erratas no caderno do aluno de outras séries nas disciplinas de arte, história, geografia, inglês e matemática. Mas ela não quis mostrar à Folha esses outros erros.

Outro lado

Em nota, a Secretaria de Estado da Educação afirmou que já havia identificado os erros apontados no caderno e que já informou os professores de toda a rede, pelo site www.educacao.sp.gov.br. Mas a errata só pode ser consultada pela direção da escola, por meio de senha.

A secretaria disse que a falha partiu da Fundação Vanzolini, "que elaborou os mapas e o projeto gráfico". Diz ainda que o material não será trocado e que a orientação é que os professores informem seus alunos sobre a correção.

Sobre erratas em outras disciplinas, disse que o erro mais grave foi o do mapa e que o restante se restringe a erros de grafia ou gabarito. A secretaria não respondeu a outras perguntas, como o total de cadernos impressos.

A Fundação Vanzolini alega que o erro atingiu 1,55% dos cadernos e que todo o conteúdo do material é desenvolvido por professores indicados pela secretaria.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u535906.shtml

Avon bate à porta para vender livros

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A3) Valor Econômico – SP, 12/03/2009,Empresas, B-11

Avon bate à porta para vender livros
Beth Koike, de São Paulo

Conhecida no mundo todo por vender batons, perfumes e afins, a Avon está conquistando uma legião de leitores. Isso mesmo. A empresa de cosméticos é hoje uma das maiores vendedoras de livros do país, ultrapassando inclusive algumas redes de livrarias. O catálogo da Avon tem cerca de 70 títulos, de 20 editoras - sempre best-sellers, o que contribui para as vendagens em escala industrial. Com mais de 1 milhão de revendedoras no Brasil, a Avon fecha grandes encomendas e consegue negociar preço com as editoras, que dão descontos de até 30% e fazem versões customizadas para a fabricante de cosméticos. A Avon está presente em mais de 100 países, mas a venda de livros acontece exclusivamente na filial brasileira. Quase todas as grandes editoras marcam presença no catálogo da Avon, disputando cada pedacinho das 15 páginas dedicadas a livros. Entre os best-sellers, não é raro esses títulos venderem mais de 50 mil exemplares, chegando a 275 mil em um ano. Em janeiro, a editora Thomas Nelson vendeu em apenas um mês 100 mil exemplares dos títulos "Dias Melhores Virão" e "Todo Dia é um Dia Especial", ambos do pastor evangélico americano Max Lucado. "Nas livrarias, onde esses dois livros são vendidos desde 2007, foram comercializadas 34 mil unidades. Pela Avon, já foram mais de 320 mil exemplares em um período menor", afirma Carlo Carrenho, publisher da Thomas Nelson Brasil, que encerrou o ano passado com um total de 1 milhão de exemplares vendidos. Hoje, a Avon representa 15% do faturamento mensal da editora no país. Também chamam atenção os volumes da maior editora do setor. A Ediouro vendeu pelo catálogo da Avon 153 mil exemplares de seu best-seller de autoajuda "O Segredo" (de Rhonda Byrne) no ano passado. Esse número representa mais de 30% do total de 460 mil unidades da obra vendido em 2008. Outro livro que conquistou a clientela da Avon foi "Marley & Eu", escrito por John Grogan e editado pela Prestígio, selo da Ediouro. A história de um casal que decide comprar um cachorro para testar sua capacidade de criar um filho vendeu 62,5 mil unidades pelo catálogo no ano passado - 25% de suas vendas totais. Um dos principais destaques no catálogo da Avon é "O Poder da Esposa que Ora" (de Stormie Omartian), da Mundo Cristão. Nos últimos 12 meses, a Avon encomendou 275 mil exemplares desse título. Atualmente, a fabricante de cosméticos já é o principal canal de vendas da Mundo Cristão, representando 13,5% do seu faturamento anual de R$ 12 milhões. Cerca de 70% dos livros da editora são distribuídos em livrarias evangélicas. Na Thomas Nelson, 80% dos livros são encontrados nas varejistas tradicionais. Ainda assim, a Avon é responsável por cerca de 15% do faturamento mensal. Focada em livros motivacionais, a editora Gente vendeu 140 mil exemplares em 2008 pelo catálogo da fabricante de cosméticos. E, somente nos dois primeiros meses do ano suas encomendas já somam 70 mil unidades, segundo Henrique Farinha, diretor-geral da Gente, que tem títulos no topo das listas dos mais vendidos, como "Casais Inteligentes Enriquecem Juntos", de Gustavo Cerbasi. Como acontece no mercado em geral, o gênero literário mais procurado na Avon são os livros de autoajuda. Em 2007, esse segmento faturou R$ 273 milhões, alta de 12,8% - o maior crescimento do setor, segundo a Câmara Brasileira do Livro (CBL). A Avon não divulga a quantidade de livros que vende, tampouco o percentual de crescimento. "Nos últimos quatro anos, o segmento de livros é o que mais tem crescido entre os produtos que estão no catálogo de moda e casa", diz Alberto Moureau, diretor de marketing da Avon Brasil, referindo-se à revista específica em que, além dos livros, estão expostos os produtos para casa, presentes e roupas. A revendedora da Avon Maria Eunice Vieira é um bom termômetro para medir as vendas. "Em 20 dias, vendo em média 100 livros, que somam R$ 1,5 mil", diz Maria Eunice, que coordena uma equipe de outras 200 revendedoras da marca. Ela ressalta que o preço dos livros, que chega a ter diferença de 30%, é o principal atrativo. Maria Eunice conta ainda que vender livros é mais fácil do que as maquiagens, que normalmente demandam orientação de uso. "As pessoas já vêm direto em busca de um determinado livro. Como normalmente a Avon vende obras de sucesso, muitos clientes ficam esperando chegar na Avon", conta Maria Eunice. Outro atrativo são os livros de culinária e aqueles criados especialmente para a Avon. Dos livros vendidos pela editora Melhoramentos, 90% é de conteúdo exclusivo para a empresa de cosméticos. "Como o preço é menor, não quero gerar concorrência desleal com as livrarias", diz Breno Lerner, presidente da Editora Melhoramentos, que vende principalmente livros de receitas e infantis do escritor Ziraldo.


Darwin e as inteligências múltiplas

quarta-feira, 11 de março de 2009 · 0 comentários

Phiteco não sabe que tem esse nome. Para dizer a verdade, Phiteco nem mesmo existe, representa apenas um personagem fictício pensado por este professor e que viveu há cerca de cem mil anos atrás. Mas, se é verdade que somente a fantasia explica criar um personagem primitivo, pára por aí a ilusão. Há cem mil anos atrás os humanos viviam como se descreve e, dessa forma, se não existiu um Phiteco de verdade, os que existiam assim lutavam para sobreviver.

Tal como nós hoje em dia, Phitecos possuía evidências da seleção natural, processo pelo qual são selecionados os traços que aumentam a sobrevivência a qualquer individuo em particular. A difícil luta pela caça de todo dia, levava Phitecos a desenvolver suas percepções espaciais, que assim aumentava a habilidade em perseguir animais tão imprescindíveis para a vida. Mas, só com essa percepção, Phitecos não sobreviveria e por essa razão necessitava apurar suas destrezas manuais, essenciais para fazer ferramentas que na luta com animais mais fortes, compensaria sua fragilidade. Mas, se essa destreza manual ajudava tanto na ferramenta inventada quanto na força com que atirava a lança, Phitecos sabia que precisava partir para a busca de alimentos com companheiros, criando grupos, formando clãs e na formação desse grupo era imprescindível emitir sons vocais, primórdios de uma linguagem que com tempo iria por certo aprimorar. Os irmãos de Phitecos que nada entendiam de matemática prática, certamente morreriam e dessa forma não deixariam seus genes para a posteridade. Sem matemática o caçador não acerta a presa, não calcula o salto, não avalia a velocidade na hora da fuga ou nos esquemas de aproximação. Enquanto o companheiro buscava a carne, a companheira de Phitecos tratava de colher sementes, apanhar frutos, descobrir nozes que ajudariam a compor uma refeição primitiva, ainda que saudável. Mas...

Mas, não só de luta naqueles árduos tempos se vivia e, assim quando a barriga estava cheia e a luz da fogueira permitia, Phitecos inventava sons estranhos de instrumentos desconhecidos, preconizando a música que mais tarde, bem mais tarde, nos iria encantar. A sensibilidade artística poderia parecer não essencial para a rudeza da savana, mas sem ela as fêmeas seriam mais difíceis e assim compartilhar genes não seria possível. Nessa rude descrição desse inventado Phitecos se percebe o alvorecer de suas inteligências, aprimoradas pela seleção natural.

Em linguagem de hoje, seria possível pensar que a Inteligência lingüística de Phitecos se expressava em sua necessidade de compartilharem presas, comunicar estratégias, relatar esquemas de caças ou manifestações de carinho. A inteligência lógico-matemática valia para o caçador tanto quanto sua destreza e, portanto, sua inteligência cinestésico-corporal. Uma completava a outra e a força que é essencial se colocar na lança que se atira, se conquista quando se avalia o justo espaço que essa mesma lança dever percorrer. A carne era essencial para vida, mas era muitas vezes difícil e ainda forma incompleta de alimentação e, dessa forma, a inteligência naturalista comandava a busca de sementes, o prazer pelas frutas, a distinção do que comer sem se ingerir veneno, mostrando de forma altissonante que a inteligência naturalista também comandava a sobrevivência, e completava a ação conjunta essencial com estímulo para nossas inteligências pessoais.

Procure pensar Phitecos sem uma dessas inteligências e descobrirá que seria inviável sua sobrevivência. Nesta ou naquela ação, esta ou aquela inteligência necessitava sobressair, mas a impiedosa luta pela vida tornava claro que todas há seu tempo são igualmente imprescindíveis. O tempo passou, vestimos calça jeans e camisa social e a selva de agora recebe o nome de cidade, mas tal como antes a luta pela sobrevivência exalta nossas inteligências e nenhuma delas possui valor especial.

O único anacronismo nessa evidente constatação é que Darwin já sabia das múltiplas inteligências e as destacava em sua obra imprescindível, mas muitas escolas deste século de tecnologia continuam de costas viradas às inteligências múltiplas. A seleção natural é impiedosa e sugere que essas escolas, evidentemente, não sobreviverão. É a capacitação do mais apto


Livros sobre o tema

COMO NÃO CONFUNDIR INTELIGÊNCIA COM CAPACIDADE OU COMPETÊNCIA

terça-feira, 10 de março de 2009 · 0 comentários

Toda pessoa adulta goste ou não do sabor, sabe o que é alho e muito provavelmente já ouviu, pelo menos uma vez na vida, o provérbio “não confunda alhos com bugalhos”, mas poucos se dão conta do que, afinal de contas, significa “bugalho”. Buscando essa palavra em um dicionário, aprendi que “bugalho” é a excrescência de qualquer parte do vegetal, produzida pela ação de fungos ou de insetos. Em outras palavras, o provérbio popular sugere que se separe o produto desejado, no caso o alho, sem confundi-lo com algum caroço de discutível semelhança.

Esse provérbio, de uma certa forma, se ajusta à teoria das inteligências múltiplas e solicita, portanto, que não se confunda o conceito de “inteligência” com o de “competência”, “habilidade” ou ainda com conceito de “construtivismo que já analisamos outras vezes.

Não há mesmo razão alguma para confundi-los.

Inteligência constitui um potencial biopsicológico que no ser humano ajuda-o a resolver problemas. Dessa forma representa atributo inato à espécie e assim nascemos com nossas diferentes inteligências, cabendo ao ambiente no qual se inclui naturalmente a escola, mais acentuadamente estimulá-las.

A “competência” não é inata e, portanto, constitui atributo adquirido.

Representa a capacidade de usar nossas inteligências, assim como pensamentos, memória e outros recursos mentais para realizar com eficiência uma tarefa desejada. Se ao buscar um destino qualquer descobrimos que a estrada foi interrompida, nossas inteligências levam-se a essa constatação e a certeza de que se deve buscar outra saída, mas a forma como faremos determina o grau de competência da pessoa. Como se percebe, a competência é a operacionalização da inteligência, e a forma concreta e prática de colocá-la em ação. Assim posto, ao trabalhar as diferentes inteligências humanas, pode o professor ativar diferentes competências. Percebe-se dessa maneira que a noção de “competência” surge quando aparece ou é proposto um problema, pois este desafio é que mostrará a forma melhor em superá-lo. Superar um problema com competência, entretanto, não implica que tenhamos habilidade para fazê-lo.

A habilidade é produto do treino e do aprimoramento de nossa destreza.

Para que esses conceitos se ajustem a prática, desenvolvamos o seguinte exemplo: o automóvel que nos leva a praia empaca em meio à estrada; nossas inteligências detectam esse problema e a necessidade em superá-lo. Se tivermos competência para isso, apanhamos a caixa de ferramentas e colocamo-nos em ação, se não temos que ao menos tenhamos uma outra competência, a de chamar depressa um mecânico. Supondo que saibamos consertar a peça defeituosa e, dessa forma, resolvendo de forma pertinente o problema que nos empaca, o faremos com maior ou com menor habilidade. Se o problema é histórico em nosso carro e em nossa vida, provavelmente já conquistamos habilidade maior em substituir ou consertar a peça defeituosa.

Levando-se esse exemplo para sala de aula, podemos ao ensinar um ou outro conteúdo explorar suas implicações lingüísticas, lógico-matemáticas, espaciais, corporais e outras. Podemos ainda, propondo desafios e arquitetando problemas, treinar competências nossas e de nossos alunos, verificando que alguns as usam com notável habilidade, outros com habilidade menor que, com persistência poderá crescer.

O trabalho com inteligências múltiplas em sala de aula pressupõe uma reflexão construtivista, voltada para o despertar progressivo de competências e sua transferência para vida prática através do desenvolvimento de muitas habilidades que aos poucos se aprimora. Essa concepção se opõe a idéia de que o saber transfere-se de uma pessoa para outra como algo que estando pronto vem de fora e se encaixa na mente do aluno.

Fonte: http://www.celsoantunes.com.br/pt/celso.php

Conheça livros do autor.


FILÓSOFOS (OS): CLÁSSICOS DA FILOSOFIA - Vol. III: De Ortega y Gasset a Vattimo

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Editora: Vozes
Autor(es): Rossano Pécoraro (org)

400 páginas
Peso: 600 gramas
1ª edição (2009)
Assunto: Filosofia


Preço: R$ 59,40

Os Filósofos - Clássicos da filosofia é uma coletânea de ensaios, assinados pelos maiores especialistas brasileiros, sobre a vida e a obra dos autores clássicos da filosofia ocidental. A obra é distribuída em três volumes, que cobrem a vida e a obra dos grandes filósofos desde a Antigüidade clássica até a contemporaneidade. Cada ensaio traz os seguintes conteúdos: o filósofo e o seu tempo; a essência da sua filosofia; os conceitos-chave presentes na sua obra; os percursos e influências do seu pensamento; suas principais obras publicadas e uma seleção de textos, selecionados e traduzidos especialmente para essa obra.


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Conheça outros volumes:

FILÓSOFOS (OS): CLÁSSICOS DA FILOSOFIA - Vol. I: De Sócrates a Rousseau

FILÓSOFOS (OS): CLÁSSICOS DA FILOSOFIA - Vol. II: De Kant a Popper

FILÓSOFOS (OS): CLÁSSICOS DA FILOSOFIA - Vol. I: De Sócrates aCo

Outros livros de filosofia


CONSTRUÇÃO DA NOTÍCIA (A)

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Editora: Vozes
Autor(es): Miquel Rodrigo Alsina

352 páginas
Peso: 378 gramas
Assunto: Comunicação
Coleção: Classicos de comunicação Social


Preço: R$ 58,30

No estudo do fazer comunicativo do discurso jornalístico informativo, é preciso levar em conta que nos encontramos diante de um discurso social que, como tal, está inserido num sistema produtivo. Esse sistema produtivo tem suas próprias características que devem ser estudadas. Mas é preciso ter presente que a construção da notícia é um processo de três fases: a produção, a circulação e o consumo.

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Editora: Vozes
Autor(es): Marcos Garcia Neira, Ricardo Ricci Uvinha

88 páginas
Peso: 84 gramas
1ª edição (2009)
Assunto: Educação e pedagogia

1ª edição (2009)

Preço: R$ 14,80


Entender que as práticas corporais acontecem originariamente em espaços distintos daqueles concebidos na escola, procurar identificá-las no contexto do tempo de não-obrigação escolar da comunidade e trazê-las de forma legítima para o currículo é o eixo central desta obra. O campo de futebol de várzea, a pista de skate, a roda de capoeira, o grupo de grafitagem denotam, para além do mero caráter físico e espacial, também as relações sociais que são tecidas na vivência destes grupos, gerando práticas vivenciadas no cotidiano e carregadas de significados.


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INTRODUÇÃO À PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO - Do nascimento à adolescência

segunda-feira, 2 de março de 2009 · 0 comentários

Editora: Vozes
Autor(es):Catherrine Tourrette, Michele Guidetti
256 páginas
Peso: 354 gramas
1ª edição
Assunto:
Psicologia
Preço: R$ 43,00

Nesta obra, encontramos as teorias fundadoras da psicologia do desenvolvimento, os métodos utilizados, os conceitos-chave (acessíveis por índice temático), assim como a descrição das principais etapas desse desenvolvimento, entre outros pontos de referência dos conhecimentos, incluindo questionamentos e novas perspectivas das pesquisas atuais. Este livro é um instrumento didático de base para todos que estão envolvidos com o crescimento das crianças: estudantes de psicologia, pais, educadores e profissionais da área da infância.

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INTRODUÇÃO À FILOSOFIA OCIDENTAL

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Editora: Vozes
Autor(es): Arno Anzenbacher
392 páginas
Peso: 596 gramas
1ª edição
Assunto:Filosofia


Preço: R$ 80,00

Este livro é uma introdução aos principais temas da filosofia ocidental. Ele é estruturado sistematicamente e une o ponto de vista da história da filosofia com o ponto de vista sistemático. Nele também é feita uma relação entre o discurso filosófico de épocas passadas e o da atualidade. Seu objetivo é proporcionar uma consciência dos problemas que possibilite uma visão abrangente no contexto dos limites pré-estabelecidos. A informação de base aqui oferecida capacita o leitor a fazer filosofia por si mesmo e a ocupar-se com uma literatura filosófica especial.

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R$ 150 milhões a menos em livros em 2009

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O corte de R$ 1,1 bilhão imposto pelo Congresso Nacional à Educação no orçamento da União pode representar um duro revés para o mundo do livro e da leitura em 2009. Forçado a rever para abaixo suas estimativas em praticamente todas as áreas, o Ministério da Educação quase não teve espaço para remanejar as rubricas internamente. Com isso, a indústria do livro no Brasil corre o risco de ter um ano inteiro de cinzas: só no Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) e no Plano Nacional do Livro Didático para o Ensino Médio (PNLEM) a tesoura chega a R$ 150 milhões.
Agora, o que está todo mundo querendo saber é como serão os cortes. Ao que parece, já há duas candidaturas a vítimas em potencial: os editores (via redução de preços) e alguns milhões de jovens leitores matriculados em escolas públicas pelo País afora, que podem mais distantes dos livros em 2009.

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