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Lula assinará projeto de lei criando o Vale Cultura

sábado, 25 de julho de 2009 · 0 comentários

Iniciativa deverá injetar até R$ 600 milhões por mês na atividade cultural do país

Com o intuito de promover e universalizar o mercado cultural brasileiro e fortalecer a economia deste setor, no próximo dia 23, a partir das 18h, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinará o projeto de lei para a criação do Vale Cultura, no teatro Raul Cortez - Fecomercio (Federação do Comércio do Estado de São Paulo). O evento contará com as presenças do Ministro da Cultura, Juca Ferreira, do presidente da Funarte (Fundação Nacional de Artes), Sérgio Mamberti, além de artistas, empresários e membros de entidades representativas do universo cultural. Haverá, ainda, show com grandes personalidades do cenário musical brasileiro.

O Vale Cultura é um projeto do Ministério da Cultura desenvolvido a partir de pesquisas que comprovaram a dificuldade de consumo e acesso a bens e serviços culturais no Brasil. Trata-se de um bônus de R$ 50,00, que poderá ser utilizado para acesso às artes cênicas e visuais, humanidades; música e patrimônio cultural.

O benefício deve atender preferencialmente a trabalhadores com faixa salarial de até cinco salários mínimos, aproximadamente 12 milhões de pessoas. Caso todos os beneficiários do Vale Cultura façam uso dele, serão R$ 7,2 bilhões por ano injetados diretamente na economia da cultura.

fonte: http://www.anl.org.br/

Um balanço imprenssionista

terça-feira, 7 de julho de 2009 · 0 comentários

Sérgio Rodrigues

Escritor, publicou o romance histórico "Elza, a garota", além de "O homem que matou o escritor" e "As sementes de Flowerville", entre outros livros. Jornalista, trabalhou como repórter, colunista e editor na maioria das principais empresas de comunicação do país. Mineiro, vive há quase trinta anos no Rio.
sergio@todoprosa.com.br


A Flip 2009 – que para mim e muita gente foi uma das melhores da série, logo atrás da edição de 2004 – vai começando a desbotar em contato com a realidade, que aliás não existe, como proclamou por lá um autor que agora não recordo. E se a memória, como sabemos, tem uma vontade própria e meio insondável na hora de decidir o que será guardado e o que será posto fora, não custa fazer um exercício de futurologia para tentar antecipar algumas cenas e ditos públicos que têm tudo para ficar arquivados anos a fio, em meio aos muitos prazeres de que o fim de semana prolongado foi cheio. Por exemplo: alguém chamando o debate-lavanderia entre a artista francesa Sophie Calle e seu ex, Grégoire Bouillier, de “Márcia Goldsmith na Casa do Saber” – perfeito. Ou o historiador inglês Simon Schama, sessentão alucinado, se escangalhando de dançar, com direito a longas sessões de air guitar, na festa promovida pelo portal Saraiva na Casa de Cultura, sábado à noite. A mesma festa em que Alex Ross, crítico de música clássica da “New Yorker”, arriscou um rebolado ao som de Sidney Magal. Mas talvez o melhor de tudo seja a alcunha que meu amigo Paulo Werneck pespegou em Lobo Antunes após a melhor mesa do evento: “turrão de açúcar” – simplesmente genial. Sim, deve ter havido coisas bem mais doutas e relevantes, não se discute. Mas sabe como é a memória…

enviado por:
Sérgio Rodrigues
fonte: http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues

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